Ele é um animal mais muito estranho....
AXOLOTIS
O axolote ou axolotle (do nauatle axolotl) (Ambystoma mexicanum) é uma espécie de salamandra que não se desenvolve na fase de larva. É um exemplo de animal neoténico, pois conserva durante toda a vida brânquias externas, uma característica do estado larval. Os axolotes são muito usados em laboratório devido à sua capacidade de regeneração.
Um axolotle adulto pode medir de 15 a 45 cm embora o comprimento mais comum seja 23 cm e seja raro encontrar um espécimen com mais de 30 cm. Os axolotes possuem características típicas do estado larval das salamandras, incluindo brânquias externas e barbatanas caudais desde a cabeça até ao ânus. As cabeças são amplas e possuem olhos sem pálpebras. Os machos são identificáveis pela presença decloacas
Ao contrário do que ocorre com seus parentes próximos, como sapos e rãs, que passam a viver na terra quando deixam as formas larvais, os axolotes permanecem na água por toda a vida. O seu único habitat natural consiste dos lagos próximos da Cidade do México, em especial o lago Xochimilco e o lago Chignahuapan, este último no estado de Puebla. No lago Chignahuapan são já bastante raros, devido à predação dos seus ovos por espécies não autóctones introduzidas pelo homem. Além disso, a capacidade de regeneração do axolote também traz alguns problemas, uma vez que em certas zonas do México é apreciado em caldos e pela medicina naturista (como vitamínico).
pé com mamilo, um coisa super estranha kk´s
'É o meu xodó', diz mulher de MG com mamilo no calcanhar
Dayane Costa Felipe, de 24 anos, mora na Zona da Mata mineira.
Ela diz que já se acostumou com o mamilo e não pretende tirar.
Pedro Triginelli
Do G1 MG.
Dayane Costa Felipe, de 24 anos, mora na Zona da Mata mineira.
Ela diz que já se acostumou com o mamilo e não pretende tirar.
Pedro Triginelli
Do G1 MG.
Dayane Costa Felipe, de 24 anos, tem um terceiro
mamilo no calcanhar. Sequência de fotos mostram
detalhe (Foto: Dayane Costa/Arquivo Pessoal)Dayane Costa Felipe, de 24 anos, é estudante e, desde pequena, sabia que era diferente das outras pessoas de Teixeiras, na Região da Zona da Mata, em Minas Gerais. Ela nasceu com um mamilo no calcanhar direito. “É o meu xodó. Eu nasci com isso e toda a minha família já acostumou. As pessoas se assustam quando explico o que é”, disse.
Ela diz que sempre soube que tinha um mamilo no pé, mas só foi confirmar a notícia em novembro do ano passado. “Quando eu fiquei grávida, o mamilo inchou e fui ao médico. Ele me confirmou que era um tecido mamário, mas que parecia que não tinha glândula”, falou.
Desde pequena, Dayane está acostumada ao susto das pessoas quando elas descobrem o que ela tem, mas explica que algumas amigas já tiveram inveja dela. “Quando era mais nova, minhas duas vizinhas desenhavam um mamilo igual ao meu”, explicou.
Segundo a estudante, a melhor amiga aprontou um escândalo quando descobriu que não se tratava de uma pinta. “Ela [melhor amiga] começou a gritar meio sem entender o que era perguntando o que é isso”, disse.
De acordo com ela, a pedicure ficou anos sem perceber que aquilo não era um calo. “Quando eu contei para ela [pedicure] que era um mamilo, ela começou a chamar várias pessoas para ver. Essa é a reação das maiorias das pessoas, mas estou acostumada”, falou.
Dayane conta que um médico perguntou por que ela ainda não havia retirado o mamilo do calcanhar, já que isso poderia ser feito. E ela respondeu “por enquanto não deu problema e não vou tirar. É muito sensível, mas nunca me atrapalhou. Realmente vira um xodó. É igualzinho a um peito mesmo”, falou.
Avaliação médica
De acordo com a mastologista do Hospital das Clínicas da UFMG, Soraia Zhouri, o caso da terceira mama em regiões inferiores, como o calcanhar, é raríssimo.
“Casos dos chamados mamilos supranumerários são normais, mas nessa localização é bem incomum. Geralmente eles seguem a linha mamária dos mamíferos que vai desde a axila e desce até a pélvis. Essa alteração fora da linha mamária pode ter sido ocasionada por um desgarre de alguma célula dessa linha que se alojou em uma área incomum do corpo”, explica.
A especialista afirma que casos nas axilas, no tórax e no abdômen são mais comuns, e muitos nem sabem que possuem a anomalia.
“Algumas pessoas passam a vida inteira pensando que é uma pinta e só percebem que é um mamilo no período de lactação e na gravidez, pois a área aumenta e pode produzir leite”, diz Zhouri.
Ainda segundo a médica, o principal desconforto relatado pelos pacientes é o estético e, por isso, muitos optam em fazer uma cirurgia de retirada. A especialista alerta que a terceira mama exige os mesmo cuidados que as outras. “Ela tem que ser olhada e avaliada porque é uma glândula mamária e pode, em casos raros, ter um tumor. Ela não é de todo inocente e não deve ser esquecida”, conclui.
A História do Calcanhar de Maracujá
Quatro anos atrás, um pequeno corte no pé esquerdo de Pamela Mitchell se transformou em uma infecção de diabetes de 5 cm e para dentro do osso. Outra ferida se desenvolveu no seu pé direito, devido à pele seca e quebradiça. Os médicos tentaram de tudo - cremes, antibióticos - mas nada funcionou."Meu médico me disse para desistir, ver um psicólogo, pois meu pé seria amputado", ela recorda.Pamela, agora com 52 anos, teve que tomar uma decisão rápida porque o antibiótico que os médicos prescreveram para sua infecção estava destruindo seus ossos. Ela estava se preparando para se submeter a um transplante de medula óssea quando um amigo lembrou-se que viu médicos europeus usando larvas para tratar de ferimentos como os de Mitchell. Sem nada a perder, ela resolveu tentar.
http://calcanhardemaracuja.blogspot.comEla encontrou um dermatologista que queria aplicar o procedimento, e logo ela tinha 600 larvas vivas dentro do ferimento do seu pé esquerdo, e 400 no do seu pé direito, onde ficaram presas por gaze por dois dias inteiros.
http://calcanhardemaracuja.blogspot.comEla encontrou um dermatologista que queria aplicar o procedimento, e logo ela tinha 600 larvas vivas dentro do ferimento do seu pé esquerdo, e 400 no do seu pé direito, onde ficaram presas por gaze por dois dias inteiros.
Na hora de remover as larvas, o médico estava enojado. "Ele nunca tinha feito aquilo antes" relata Pamela. Ele também se impressionou ao ver que havia funcionado.
Ao longo de dez tratamentos, ferimentos que passaram por meses de tratamentos caros começaram a ficar curados.
Hoje Pamela caminha normalmente e seus calcanhares estão saudáveis. Ela é agora membro do quadro da Fundação de Educação e Pesquisa de Bioterapia (Biotherapeutics Education and Research Foundation), uma organização sem fins lucrativos que promove o uso médico de larvas.
"Elas não salvaram apenas os meus pés, elas salvaram minha vida. Elas são melhores que qualquer coisa que o homem invente, porque eu havia tentado de tudo", diz Pamela.
Fonte: http://www.livescience.com/203-maggots-leeches-medicine.htmlTradução: Rogério
Agradecimentos ao Tião, que encontrou a fonte.
A História do Calcanhar de Maracujá
Quatro anos atrás, um pequeno corte no pé esquerdo de Pamela Mitchell se transformou em uma infecção de diabetes de 5 cm e para dentro do osso. Outra ferida se desenvolveu no seu pé direito, devido à pele seca e quebradiça. Os médicos tentaram de tudo - cremes, antibióticos - mas nada funcionou.
"Meu médico me disse para desistir, ver um psicólogo, pois meu pé seria amputado", ela recorda.
Pamela, agora com 52 anos, teve que tomar uma decisão rápida porque o antibiótico que os médicos prescreveram para sua infecção estava destruindo seus ossos. Ela estava se preparando para se submeter a um transplante de medula óssea quando um amigo lembrou-se que viu médicos europeus usando larvas para tratar de ferimentos como os de Mitchell. Sem nada a perder, ela resolveu tentar.
http://calcanhardemaracuja.blogspot.comEla encontrou um dermatologista que queria aplicar o procedimento, e logo ela tinha 600 larvas vivas dentro do ferimento do seu pé esquerdo, e 400 no do seu pé direito, onde ficaram presas por gaze por dois dias inteiros.
"Meu médico me disse para desistir, ver um psicólogo, pois meu pé seria amputado", ela recorda.
Pamela, agora com 52 anos, teve que tomar uma decisão rápida porque o antibiótico que os médicos prescreveram para sua infecção estava destruindo seus ossos. Ela estava se preparando para se submeter a um transplante de medula óssea quando um amigo lembrou-se que viu médicos europeus usando larvas para tratar de ferimentos como os de Mitchell. Sem nada a perder, ela resolveu tentar.
http://calcanhardemaracuja.blogspot.comEla encontrou um dermatologista que queria aplicar o procedimento, e logo ela tinha 600 larvas vivas dentro do ferimento do seu pé esquerdo, e 400 no do seu pé direito, onde ficaram presas por gaze por dois dias inteiros.
Na hora de remover as larvas, o médico estava enojado. "Ele nunca tinha feito aquilo antes" relata Pamela. Ele também se impressionou ao ver que havia funcionado.
Ao longo de dez tratamentos, ferimentos que passaram por meses de tratamentos caros começaram a ficar curados.
Hoje Pamela caminha normalmente e seus calcanhares estão saudáveis. Ela é agora membro do quadro da Fundação de Educação e Pesquisa de Bioterapia (Biotherapeutics Education and Research Foundation), uma organização sem fins lucrativos que promove o uso médico de larvas.
"Elas não salvaram apenas os meus pés, elas salvaram minha vida. Elas são melhores que qualquer coisa que o homem invente, porque eu havia tentado de tudo", diz Pamela.
Fonte: http://www.livescience.com/203-maggots-leeches-medicine.htmlTradução: Rogério
Agradecimentos ao Tião, que encontrou a fonte.
TUBARÃO PRÉ-HISTÓRICO NAS ÁGUAS DO JAPÃO
A postagem é antiga mais vale relembrar !
Um pescador japonês encontrou um tubarão raro, muito raro: o tubarão-cobra. Pré-histórico, está acostumado a viver a 600 metros de profundidade.
Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas em profundidades que vão desde 600 a 1000 metros. Tem uma importância económica reduzida (pesca).
Um exemplar fêmea de Tubarão-cobra foi filmado em 24 de janeiro de 2007 numa raríssima aparição em águas pouco profundas do litoral do Japão, próximo à cidade de Shizuoka. No entanto, o espécime se encontrava em péssimo estado físico e morreu horas após ser coletado.
Mas o peixe resolveu passear perto da superfície e foi filmado por especialistas. Ele é parecido com uma enguia e tem os dentes bem afiados.




